Chegado o verão, sabemos que em Portugal estes meses de calor trazem muita preocupação com fogos na área florestal do país. Todos podemos contribuir, através do nosso comportamento perto das florestas, ao termos cuidado com os churrascos, o lixo e os cigarros mal apagados. Ainda mais, podemos contribuir, avisando as autoridades de imediato quando detectamos um foco de fogo, numa área florestal. Podemos fazer isso através dos números 117 ou 112. Vamos todos cuidar de Portugal!
Acreditamos que há uma área que não podemos ignorar e que diz respeito ao ambiente e ao nosso Mandato da Criação. A mordomia do nosso lar planetário tem-se tornado um assunto crucial a nível global, e uma questão que não deve ser ignorada pela Igreja. A terra foi-nos dada por Deus. Ele ordenou-nos que tomássemos conta dela, porque tudo o que Ele criou é muito bom! Génesis 1:27-31 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre (tudo)...Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado (tudo)... E assim foi. E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.
Como mordomos (vigilantes) temos a responsabilidade de cuidar da criação de Deus, e de dar um bom exemplo, abrindo o caminho para que outros queiram seguir. Ele deu-nos livre arbítrio, deu-nos a responsabilidade de cuidar da terra, e fazendo isto, deu-nos o poder de voltar as costas ao nosso dever, se assim o desejarmos.Um dia prestaremos contas a Deus, e Ele poderá perguntar-nos o que fizémos com a Sua criação. Ele, como Criador, tem o direito e a liberdade de edificar e deitar a baixo, de criar e terminar; nós como Criação não temos esse direito! O nosso mandato é proteger, nutrir, cuidar e amar o que Deus nos tem dado (leia a parábola dos talentos em Mateus 25:14-30 neste contexto!). Ninguém pensaria em prejudicar ou destruir o seu próprio corpo, no entanto muitos nem pensam por um segundo que estão a destruir o seu planeta. Todos cuidam das suas casas individuais; poucos cuidam da nossa grande casa colectiva.
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